Vinh, sem interrupcoes!

Com minha conta paga e minha moto e camera em maos, aqui vou eu novamente acelerar o trambolho em rumo ao Vietnam!
A fronteira nao ficava muito longe de Lak Sao, em media 35km. Esses seriam meus ultimos momentos no Laos, me dando conta de que provavelmente nunca mais voltaria a esse pais parei um pouco para comtemplar a paisagem antes de cruzar a fronteira.

A impressao que tive do Laos como um todo foi a de um pequeno pais expremido entre 3 monstros, Vietnam, Tailandia e China. Em que as pessoas ainda vivem algunhas consequencias da guerra e estao a um caminho distante do desenvolvimento. Suas paisagens sao magnificas mas nos ultimos anos houve um crescimento significativo nas queimadas devido a tentativa de cultivo em locais nao produtivos.
Apesar dos pesares foi uma experiencia muito gratificante.

Chegando na fronteira foi necessario alguns dollares e em media 1hr para conseguir cruzar para o Vietnam. O tempo estava chuvoso, tive que parar e colocar a jaqueta  e calca a prova d’agua e continuar viagem, tudo menos ficar parado. Aproveitei a parada para comer um suculento Com Pho, sopa de macarrao que eh possivel encontrar em qualquer beco de qualquer cidade no vietnam.

Depois de 3 semanas no Laos eu estava de volta a grandiosa nacao do tio Ho, com imagens de sua temebrosa face e sua elegante barbicha espalhadas por todos os lugares habitaveis pelo qual eu passava.

“Viva ao comunismo” eh a mensagem que o governo uni-partidario do pais tenta passar com essas imagens. O tio Ho continua sendo o grande Heroi do Vietnam e eh possivel notar isso em uma simples conversa com qualquer vietnamita.

Da fronteira ate a proxima cidade, Vinh, era + ou – 150km, os quais decidi percorrer sem interrupcoes. Em 3 horas cheguei na cidade, parei para descansar e fiquei na esperanca de que a chuva parasse para que no dia seguinte eu pudesse seguir viagem sem problemas.
Hue era o proximo destino.

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Retorno a Viengtiane

Lak Sao eh uma daquelas cidades em que as pessoas ainda parecem viver na idade media, sem muita tecnologia onde a maioria dos moradores trabalham no campo e provavelmente nunca viram um extrangeiro na vida, principalmente por estar fora de qualquer rota turistica que se possa imaginar!
Foram tres longos dias de espera! A segunda-feira chegou, acordei as 08:30, horario em que o Banco abriria. Peguei meus cartoes e caminhei ate o banco.
Confiante de que teria meu dinheiro em breve, aguardei 20 minutos na fila e entreguei 1 dos cartoes para a mulher no caixa, aquela era a unica maquina na cidade que seria possivel usar cartoes de debito ou credito. Ela passou o cartao uma, duas,tres vezes e NADA! entreguei os outros cartoes e NADA novamente!
Meu coracao acelerou, o pessoal do banco pareciam nao estar preocupados com a situacao, me dei conta que eu estava sozinho sem dinheiro no meio de um vilarejo sem muita conexao com o mundo la fora.
Imaginem a situacao, sai do banco sem esperancas, minha mente buscava qualquer alternativa possivel e na verdade parecia nao ter alternativa! A unica coisa que me veio a mente era explicar a situacao para o pessoal do Hotel e pedir algum dinheiro emprestado, voltar para Viengtiane, sacar o dinheiro e retornar a Lak Sao.
Assim foi feito! De inicio foi dificil de explicar por meio de gestos o ocorrido mas finalmente consegui explanar a situacao. Tive que deixar minha moto e minha camera como garantia de que iria voltar e pagar a conta!
O unico onibus ate Viengtiane saia no dia seguinte pela manha.
Organizei minhas coisas e aguardei o dia seguine.
No Laos voce nao precisa de passagem para pegar um onibus, tudo depende da boa vontade do motorista e do espaco fisico dentro do onibus.
Nao havia mais assentos, tive que passar 7 horas agachado dividindo meu espaco com mais 8 pessoas sem ter onde sentar e tambem com alguns materias de construcao no chao do onibus.
Oficialemte a viagem mais desconfortavel da minha vida.

Cheguei a Viegntiane, entrei em contato com minha familia no Brasil para checar qualquer problema com o Banco.
Tentei procurar Jim no hotel em que estavamos antes de eu partir sozinho mas nao o encontrei, provavelmente ele deve ter se hospedado em um lugar mais em conta pois o quarto que estavamos era barato desde que o valor fosse divido.
Saquei o dinheiro e retornei a Lak Sao, dessa vez o onibus era um pouco mais confortavel apesar  da cantoria dos passageiros no KARAOKE do onibus.
Chegando em Lak Sao peguei minhas coisas e continuei a viagem de volta ao vietnam.

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Viajando sozinho

Vagando pelas ruas de Viengtiane a procura de um local para jantar me dei conta de que ja estavamos a 5 dias na cidade e nada de produtivo se realizou, estavamos parados nessa cidade sem ter muito o que fazer e ao contrario de outros lugares que estivemos, os moradores de Viegtiane nao pareciam nada amigaveis e cada minuto que se passava era uma luta para nao ser passado para tras. Deve-se considerar a situacao socio/economica em que essas pessoas vivem, quando a sobrevivencia eh a principal prioridade na vida de um ser humano sem duvidas qualquer  oportunidade de descolar uns trocados eh bem vinda, e no caso de Viengtiane, assim como muitos locais no Sudeste Asiatico, o turismo eh uma das principais fonte de renda, o que transforma qualquer viajante em um caixa eletronico ambulante.

Jim continuava aguardando seus cartoes serem enviados para Viengtiane e a previsao de chegada era de mais 1 semana. Pensei bem sobre a situacao e percebi que iria desperdicar um tempo valioso ($$) caso decidisse espera-lo. Resolvi continuar viagem sozinho, o que com certeza seria um desafio tremendo pois havia um grande caminho a ser percorrido de Viegtiane ate a fronteira de volta ao Vietnam.
Jim foi extremamente compreensivo e rezolvemos nos encontrar apos algunhas semanas em HUE, cidade no centro do Vietnam.
A decisao foi tomada, no dia seguinte arrumei a mochila e parti sozinho em rumo a HUE.
O caminho de Viengtiane ate Hue levaria em media 5 dias, percorrendo 450km em meio as montanhas da fronteira entre o Laos e o Vietnam, chegando em Vinh e indo em direcao Sul a Hue.

O primeiro dia de viagem foi tranquilo, nao tive nenhum problema com a moto e parei em uma cidadezinha para descansar.
No dia seguinte parti para Lak Sao, cidade proxima a fronteira do Vietnam, na qual eu passaria a noite e cruzaria a fronteira no dia seguinte.
Quando parei no unico hotel da cidade percebi que meu dinheiro estava se esgotando, tendo o suficiente para passar a noite. Me dei conta de que no dia seguinte precisava procurar algum lugar para sacar dinheiro, caso contrario nao poderia continuar viagem.
Na cidade nao havia  Caixas Eletronicos, o que me deixava com um unica opcao, a agencia bancaria local. Fui ao LAO DEVELOPMENT BANK e descobri que o banco so abriria na proxima segunda-feira, como ainda era quinte-feira eu teria que esperar 3 dias para sacar o dinheiro.
Sem muito o que fazer expliquei a situacao para o pessoal do hotel e abri uma “conta”, a qual eu pagaria assim que tivesse o dinheiro em maos. Passei esse tempo na cidade, lendo e conversando com os moradores. Fiz amizade com o dono do hotel, um senhor simpatico que me convidou para jantar com a sua familia.

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Vientiane

Ja era hora de rezervar alguns minutos para postar aqui no Blog, infelizmente esses dias que se passaram foram recheados de imprevistos e longas viagens em lugares com pouco ou nenhum acesso a internet.
Apos Luang Prabang continuamos a viagem ate Vientiane, capital do Laos.

Depois de algum tempo viajando de moto sem duvidas o cansaco comeca a aparecer, afinal uma Minsk nao eh a moto mais confortavel do mundo!
Apesar disso tentamos percorrer no minimo 150km por dia, o que pode parecer pouco para nos Brasileiros, que ainda reclamamos da infraestrutura do sistema viario, distancia  que para as estradas do LAOS eh mais do que o suficiente!

Vientiane alem da capital eh a maior cidade do Laos, com apenas 200.000 habitantes. No geral o pais tem apenas 6 milhoes de habitantes, o que eh relativamente pouco, especialmente se comparado com o Vietnam ou a Thailandia.

Sinceramente nao ha nada extraordinario na cidade que realmente chame a atencao, na verdade o clima estava extremamente quente e o maximo que fizemos durante o dia foi ir ate a piscina publica para se refrescar.

Anoite decidimos sair para jantar e tomar algunhas cervejas. Ficamos algum tempo na rua ate que comecou a chover, e nao falo de um chovisco qualquer e sim uma puta tempestade. Era possivel ouvir os telhados sendo levados pelo vento e percebemos que os moradores expressavam certo medo, o que realmente comecou a ficar preocupante. Apos 20 minutos de ventania e caos a chuva parou. Voltamos para o hotel e para a nossa surpresa, TCHARAM, o telhado do nosso quarto foi destruido pela chuva e despencou!!!
 

A situacao era pior do que aparentava, novamente como o viajante mais azarado do sudeste asiatico, a cama do Jim era a que estava exatamente enbaixo dos destrocos. Sua mochila completamente molhada e seu oculos e camera destruidos, sem contar com o TIJOLO gigantesco que caiu no travesseiro, caso ele estivesse la possivelmente nao estaria inteiro para contar a historia!
O dono do hotel, no estilo Lao de encarar os problemas, deu algunhas risadas e arrumou outro quarto para passarmos a noite.
O Jim abismado com a situacao tentou reclamar sobre o seu oculos e sua camera, o maximo que conseguimos foi 2 noites de graca, o que de certa maneira ja eh algum progresso.

Para um bom viajante o melhor a fazer eh encarar situacoes como esta com senso de humor, afinal, o que mais pode-se fazer??
No dia seguinte o Jim saiu para rezolver seus constantes problemas com cartoes e dinheiro e eu tirei o dia para ler e interagir com alguns moradores.

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Olhos fechados, mãos atadas!

Em algum lugar entre Luang Prabang e Viengtiane me vi imerso na rotina dos moradores de um pequeno vilarejo no qual paramos para descansar, em um momento de inspiracao “the flow”, tentei captar um pouco do que eh viver em condicoes politico/sociais como essas e o fluxo de ideias das pessoas que aqui residem:

Durante toda a sua vida conviveu com as mesmas pessoas, trabalhou na mesma roca, conheceu cada centimetro do mesmo vilarejo, comeu sempre do mesmo arroz colhido nos arredores, se comportou da mesma maneira que seus antepassados, venerou as mesmas divindades, riu das mesmas alegrias e chorou das mesmas tristezas.
Seu mundo se perpetua com os mesmos limites, as fronteiras fisicas e mentais que lhe rodeiam sao transmitidas as novas geracoes dando assim continuidade ao ciclo que lhes foi destinado.
Ambicoes? Sim, aqui elas existem, dentro dos limites invisiveis que a falta de informacao impoe. A casca do ovo dificilmente eh quebrada, o sapateiro, o mecanico e o padeiro continuarao a ser sapateiros, mecanicos e padeiros.
Eh tudo tao simples. De tal maneira que uma tigela e um pedaco de pau se tornam um instrumento musical.
Economia? Politica?Relacoes Internacionais? Tecnologia? Ahh, nao venha com esse papo furado! Trabalho, Familia, vizinhos, religiao e sobrevivencia, essas sao as palavras que constituem seu dicionario.
E o porque disso tudo? O que molda sua realidade e a faz da maneira que a ve? Isso nao interessa, eh assim porque deve ser assim!

De onde vem estes estrangeiros com rostos diferentes e linguas enroladas? Nao importa, que diferenca isso faria??
O sabor do arroz recem preparado, o marasmo do vilarejo nas tardes de um dia qualquer, as risadas em um jogo de cartas entre amigos, o conforto de assistir a novela com a familia saboreando um delicioso copo de vinho de arroz.
Isso eh o que faz da sua vida algo interessante.

Se outra guerra se iniciar hoje, nao se pergunte o porque, apenas lute com todas as suas forcas.
Tirar a venda que lhe cobre os olhos pode ser algo doloroso, nao ouse algo do tipo. Eh melhor viver na escuridao do que ter os olhos queimados pela luz. Luz?? talvez.
Afinal, do que importa a verdade se podemos sorrir na ignorancia? Talvez a resposta para essa pergunta dependa de cada individuo, seja o que for, alguns optam por se libertar e compreender, mas como seria simplesmente nao poder optar?

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Luang Prabang

A cidade de Luang Prabang fica as margens do rio Mekong, a mais importante fonte de vida para a populacao Lao. A cidade ja foi a capital do Laos fundada pelo lord Khun Lo, hoje eh considerada pela Unesco como patrimonio da humanidade devido a arquitetura dos templos na cidade e sua importancia historica.
Pela manha eh possivel fazer doacoes aos monges que moram nos templos da cidade.

Mais algunhs fotos de Luang Prabang:

Apos chegar em Luang Prabang passei a noite em uma “guest house” sem sinal de Jim. No dia seguinte sai a sua procura, possivelmente apos a sua carona ter chegado na cidade o primeiro lugar onde ele iria seria algum local para passar a noite e depois um mecanico para consertar sua moto.
Apos alguns minutos vagando perto da entrada de Luang Prabang eu o achei sentado com um olhar desanimador perto na frente de uma odicina mecanica.
Segundo ele o mecanico disse que o motor estava condenado e seria necessario a troca do pistao, o que nao seria facil de encontrar. Por pior que fosse a situacao, a unica solucao era deixar a moto e esperar o mecanico achar um pistao e pagar o preco que ele achasse justo, o que provavelmente nao seria justo.
Jim pegou suas coisas e fomos para o local no qual eu estava ospedado. Decidimos ir conhecer a cachoeira Kuang Si, local famoso entre os viajantes. Para nao ter que pagar o maldito ” TUC TUC”, um carrinho barulhento que leva os turistas para as cachoeiras decidimos ir de moto.

Em um dia ensolarado com um mormaco de 35graus, decimos nadar um pouco. Uma corda amarrada na arvore ajudou a tornar o momento um pouco mais divertido.

Ficamos mais 2 dias em Luang Prabang esperando a moto do Jim ficar pronta. Nada de muito interessante aconteceu durante esse tempo que ficamos em Luang Prabang, aproveitei o sossego do local para ler e fazer alguns ajustes na moto.
O nossa proxima para seria Vang Vieng, apos a moto do Jim ficar pronta partimos para a estrada, seriam 200km ate o destino.

Tudo parecia otimo ate q a moto do Jim comecou a falhar novamente. Nesse ponto eu ja nao consegui segurar a angustia e comecei a ficar estressado com a situacao. Paramos 3 vezes, a moto parava e voltava a funcionar. Chegamos a conclusao que era o sistema eletrico que estava com mal contato.
Na terceira vez que paramos ficamos uma hora tentando rezolver o problema. Derrepente ouvimos o barulho de uma moto se aproximando, provavelmente uma minsk, quando vi mais de perto reconheci o rosto do piloto, era o Alex, o Canadense que conheci no terceiro dia que estive em Hanoi no Vietnam, que bruta coincidencia.
Estava ele e uma Alema chamada Milena, garota extremamente simpatica que tambem conheci em Hanoi.
Ficamos chocados com o encontro e descobrimos que por todo o caminho ate Luang Prabang estavamos apenas a 1 dias de distancia de Alex e Milena.

Alex ja esta viajando a mais de 9 meses com sua minsk, pedimos ajuda e imediatamente ele solucionou o problema com a moto do Jim.
Os dois estavam vindo na direcao oposta, foram para Vang Vieng e estavam voltamos para Luang Prabang. Milena ia ficar em Prabang e Alex iria voltar para Vang Vieng, cobinamos de nos encontrar la e seguimos viagem.

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Laos

Estradas ruins e alguns policias corruptos nao sao obstasculos intransponiveis se voce realmente quiser atravessar a fronteira do Laos.
A 35km de Dien Bien Phu tivemos que pagar uma “taxa de exportacao” para passar as motos pela fronteira, pagamos mais algunhas taxas misteriosas e finalmente cruzamos a fronteira.

O policial nos alertou, “quando acharem um posto de gasolina, encham o tanque”. O Laos eh um pais com uma infraestrtura precaria, muitas das estradas nao sao asfaltadas e a populacao vive com menos de USD 560 por ano.
Apos cruzarmos a fronteira tinhamos em media 40km ate o proximo vilarejo onde encotrariamos acomodacao. Apesar da pessima estrada chegamos antes de escurecer e passamos a noite no local.

Partimos em rumo a Luan Prabang cidade a qual segundo a “garconete” do local o qual saboreamos nosso delicioso cafe da manha, ficaria a 200km do vilarejo. Seguimos em frente, a estrada comecou a ficar um pouco melhor, ja com asfalto e algunhas placas, mas ainda com espaco o suficiente para 1 carro e meio, o que torna necessaria algunhas manobras para desviar dos caminhos vindo da direcao oposta.
Paramos em um vilarejo para almocar e para a nossa surpresa, o unico “restaurante” do local era tambem um “karaoke bar”. Fomos convidados a nos juntar a festa e cantar um pouco com os moradores.

A viagem ate Luan Prabang parecia tranquila, ate que minha moto comecou a perder forca.
Paramos para checar se era algum problema no sistema eletrico, tudo funcionava perfeitamente mas a moto nao estava usando toda sua forca, o que indicava algum problema no carburador ou no sistema de ar.
Continuamos a viagem ate o proximo vilarejo chamado Pakmoung, como ja era quase 06:00pm, passariamos a noite no local e tentariamos solucionar o problema com minha minsk.
Apos quebrar a cabeca achamos o problema, realmente era o carburador, com a ajuda do Manual de Manutencao MINSK, limpamos o trambolho e tudo foi resolvido.

Decidimos passar a noite no local e continuar a viagem no dia seguinte.
Enquanto isso, Jim, inspirado pela simplicidade com a qual uma Minsk pode ser ajustada, resolveu limpar o carburador da sua moto recem comprada.
Maldita decisao, enquanto ele limpava o carburador uma porca caiu dentro do motor por acidente, apos encaixar o carburador tudo parecia perfeito. Com um sorriso de satisfacao no rosto de quem pela primeira vez consertou a propria moto, Jim deu partida na maquina e fundiu o motor.
Ja considerado o viajante mais azarado do Sudeste Asiatico so faltou algunhas lagrimas para oficializar o momento desastroso.
No dia seguinte, sentados sem saber o que fazer, decidimos pedir carona para algum dos caminhoes que por ali passavam em rumo a Luan Prabang.
Apos algunhas tentativas conseguimos uma ” carona”, o que obviamente nao seria por mera generosidade mas sim por um preco ate salgado, 100.000KIP, em media 13dollares.

Enquanto Jim apreciava a viagem rodeado de galos e galinhas continuei sozinho em rumo a Luan Prabang. Foi a primeira vez que dirigi anoite e sem duvidas naos estradas do Laos isso nao foi uma tarefa facil.
Chegando em Luan Prabang encontrei um local para passar a noite, nao tinha nem sinal de Jim, nao combinamos de nos encontrar em lugar algum pois nao conheciamos a cidade.

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